Críticas

Crítica: Lincoln

Lincoln-Poster

Ao contrário de O Resgate do Soldado Brain, Steven Spielberg deixa a guerra de lado e nos mostra a outra face. O lado político e pessoal dos últimos anos da vida de Abraham Lincoln. O famoso diretor também deixou todo o trabalho nas mãos dos ótimos atores, que desenvolveram personagens incríveis dentro de um filme bastante devagar.

Não que seja o resultado final tenha ficado ruim, muito pelo contrário. A obra pede esse ritmo, mas isso as vezes isso transparece para o espectador quase como “preguiça” do diretor, em termos de montagem e movimento de câmera. Por outro lado, a direção de atores foi impecável.

Agora, o filme se torna ótimo, quase indispensável, a todos que gostam de cinema (e história) para vermos Daniel Day-Lewis e Tommy Lee Jones na grande tela. Vale o destaque também para James Spader e Joseph Gordon-Levitt em papéis secundários, que formam este grande elenco – em tamanho e principalmente qualidade.

Daniel D. Lewis é a minha indicação no Oscar 2013. Melhor Ator

Tommy Lee Jones, também é meu favorito para Ator Coadjuvante em 2013

Tommy Lee Jones, também é meu favorito para Ator Coadjuvante em 2013

Crítica: O Palhaço

Alegria, alegria! A primeira crítica do blog de um filme nacional não poderia começar melhor. O filme foi escrito, dirigido e estrelado por Selton Mello. Não é a toa que o filme todo tem um toque de Selton Mello. Desde a sua voz, a mistura de personagens entre Benjamin e Palhaço Pangaré, a seriedade em cenas cômicas, a sátira em cenas trágicas… Enfim o filme consegue passar um tom de comédia bem pastelão mesmo. Mas é bastante agradável e arranca boas risadas de todos no cinema….

O meu grande elogio vai para a direção e a fotografia. É muito fácil perceber a influência de Wes Anderson na montagem das cenas e no humor depressivo que Selton Mello conseguiu passar nas telas.

Para entender mais sobre Wes Anderson

A história entre pai e filho, donos de um velho circo ambulante no interior de Minas Gerais. O roteiro é, claramente, baseado no antigo conto do ‘palhaço triste’, isto é, se há uma pessoa provoca risadas nas outras, quem o fará rir? Basicamente isso. Ele é um homem com problemas para administrar o circo, algumas discussões com o próprio pai e diversas questões da vida começam a atrapalhar seu raciocínio.

Concluindo: É um filme que funcionou muito bem! Não há cenas desnecessárias, todas fazem uma boa composição da situação. Ta certo que uma hora faltou um pouco de gás, mas é normal, até porquê o filme é bem curto (Apenas 1:10). A grande mensão vai aos detalhes que dão um tom bastante especial.

NOTA: 8,5… Não… 8,7 vai.

Se não fosse suficiente, Selton deve ganhar ainda mais elogios por um simples gesto: resgatar e homenagear a arte brasileira. Pode parecer muita coisa, mas veja só… Além das participações de Jorge Loredo, o famoso Zé Bonitinho, e do esquecido Ferrugem, gostaria de falar um pouco sobre outro ator. Paulo José é o grande simbolo dessa homenagem. Para quem não sabe, o ator gaúcho que protagonizou o filme descobriu que tinha o Mal de Parkinson, uma doença degenerativa que ainda não tem cura.

– Para saber mais leia essa entrevista –

Do final dos anos 90, Paulo José sumiu das telas pois não conseguia mais controlar boa parte de seus movimentos. Pois então Selton Mello, ao escrever esse filme pensou nele para o papel. É notável no filme que ele ainda sofre em sua fala e seus movimentos, mas em certos momentos o seu olhar fala tudo.

Crítica: Contágio

Acompanhamos diversas histórias de personagens diferentes que se ligam em torno de um vírus que promete contaminar o mundo inteiro. E não é um vírus que fica enrolando… Ele mata você em um dia. Começam com alguns pequenos sintomas de uma gripe e de repente você está no chão tendo convulsões e… morte. Bem assustador, do tipo que quando você sair do cinema, vai começar a reparar que uma doença como aquela, se existir, vai contaminar muita gente.

Assim o diretor Steven Soderbergh constrói uma história do momento exato em que somos expostos ao vírus e a rapidez com que ele se espalha entre nós. Vivemos em um mundo globalizado onde é extremamente fácil e comum viajarmos para todo o mundo. Existem muitas cenas onde há closes em objetos que são trocados por nós todos os dias. Ficando implícito ‘AH olha aí o vírus FDP sendo transmitido!” Com isso vamos acompanhando o pavor de pessoas comuns – Matt Damon e sua mulher Gywneth Paltrow – autoridades médicas – Kate Winslet e Laurence Fishburne –  e um blogueiro interesseiro – Judd Law. Existem outros mas são tantos que… Enfim, é muita gente.

As tramas são ricas em tensão e expectativas. O futuro dos personagens é muito frágil combinando muito com o clima de incerteza da história. Grande acerto dos produtores em ter coragem de dar finais realistas. Assim que funciona o cinema. Isso representa bem a frase: “A única diferença entre a realidade e a ficção é que a ficção precisa fazer sentido.”

Mais do que isso, alguns personagens secundários, como o da doutora do CDC de Atlanta, tem desfechos bastante expressivos e importantes. Vale dizer que assim como os outros filmes do diretor (11 Homens e um Segredo, 12 Homens e outro segredo…) por se tratar de uma quantidade grande de personagens e histórias, não são bem exploradas dramaticamente.

Marion Cotillard está em uma trama bastante interessante e diferente. Então ela some do filme por mais ou menos uma hora e quando ela volta, a gente pensa: “Nossa essa mulher ainda está no filme!”. E depois nada acontece. Então pode-se dizer que eu gostei muito da atuação de todos no filme, mas parece tão pouco tempo para desenvolver todos. Acho que daria uma ótima série da HBO em 10 episódios. Seria perfeito.

Para um filme, fica aquela sensação de final editado as pressas. Fora que a cena em que realmente mostra como surgiu o vírus é bizarramente desnecessária. Aqui vai um desabafo: Porque tudo tem que ser explicado hoje em dia? No início da história eles dizem ‘Ah talvez um macaco teve contato com um porco, acho que foi isso, não tenho certeza’. Pronto tá explicado, qual é a importância de onde surgiu o vírus? Foda-se! É bom viver com alguma dúvida. Mas não, em 1 minuto mostra o início do vírus e pronto.

Enfim, destaque para Matt Damon, o gancho principal da história, onde mostra a transformação de um cara normal para um herói do cotidiano, que podemos facilmente nos identificar, protegendo, acima de tudo, a sua filha.

NOTA: 8

Crítica: Os Três Mosqueteiros 3D

PS: Caro Paul W.S. Anderson (diretor do filme), você e seus filmes não me pegam mais. Vamos falar sobre um filme onde três mosqueteiros fazem leves aparições em uma jornada fraca para tudo acabar ‘a la novela das oito’ em uma valsa entre Rei e Rainha. C’mon man!

História: O Cardeal Richelieu tenta controlar o rei Luís XIII, um jovem que ignora a política e pensa apenas em roupas da moda, para tomar o controle da França. Com isso os Mosqueteiros, a guarda oficial do Rei fica inútil e os velhos espadachins estão largados no esquecimento e na pobreza, depois de períodos de glória. O jovem D’Artagnan, criado no interior, cria esperanças de um dia ser um Mosqueteiro. Indo a Paris se envolve em confusões e assim conhece Aramis (Luke Evans) , Athos (Matthew Macfadyen) e Porthos (Ray Stevenson).

A Milady é uma agente dupla de espionagem que trabalha tanto para o Cardeal quanto ao Duque de Buckingham, inimigo do estado francês. Ela rouba um colar da Rainha, mulher de Luís XIII e os Três Mosqueteiros acompanhados de D’Artagnam tem que resgatar esse colar que poderia desencadear uma guerra entre Inglaterra e França.

Nossa, tentei resumir bastante a história, por aí já vemos que a enrolação sem sentido começa. Por mais que o cenário e o visual do filme tenha me agradado bastante, foi só isso. O 3D é MUITO bom, mas não é nenhuma novidade, a cada filme a tecnologia melhora. Em contraponto a isso temos várias cenas em câmera lenta em lutas desnecessárias.

Toda a trama parece muito superficial, acrescentando pouquíssima profundidade aos personagens. Pequenos detalhes são colocados ao longo do filme que não significam NADA e essa foi a minha maior bronca.

Por exemplo: No início é demonstrada o poder que cada um dos Três Mosqueteiros tem…E é só aí, nos 10 primeiros minutos que temos a chance de ver alguma ação do glorioso trio. D’Artagnan aprende um movimento mortal com seu pai e em sua mais importante batalha ele não a utiliza. A trama inicial é a busca de um manual de instrução para a construção de uma grande arma e no meio do filme todos tem algo melhor e maior, o que tira a validade da missão.

Resumindo: Vemos muito pouco do trio que dá nome a obra. Muito pouco. O que é uma pena, pois os atores foram muito bem escolhidos pro papel e eles pareciam ter muito potencial mal aproveitado. Aliás, essa parece ser a marca registrada do diretor Paul W. S. Anderson, (Todos os Resident Evil e Mortal Kombat) ter em mãos personagens importantes que não levam a lugar nenhum.

Infelizmente o filme não empolga, é quase entediante. Começa muito bem, até uma cena onde a Milady (Milla Jovovich) aparece correndo em câmera lenta de uma forma mega bizarra… depois daquela cena é um grande declínio que acaba com um desfecho fraco. O que mais me preocupa é que o desfecho não encerra o filme, dando margem para uma continuação… O que seria um grande desperdicio de dinheiro e talento dos atores.

Crítica: Missão Madrinha de Casamento

É sempre um desafio fazer uma comédia/romantica que possa agradar a todos. Homens geralmente gostam de algo mais escrachado enquanto as mulheres gostam do envolvimento dos personagens. É assim que o mundo gira. Quando um filme chamado de Madrinhas se propôs a mudar isso, não levei muita fé, porque afinal muitos já tentaram e sempre acaba virando um filme genérico.

Bridesmaids é diferente, porque transporta certas piadas ‘masculinas’ para esse universo tão feminino que é a organização de um casamento. Mas igual não surpreende como Superbad, Ligeiramente Grávidos e O Virgem de 40 Anos – filmes da mesma linha de comédia.

A história: Maya Rudolph (ex-Saturday Night Live) anuncia que irá se casar e convida sua melhor amiga de longa data, Kristen Wiig (MacGrubber e também ex-Saturday Night Live), para ser sua madrinha de honra. A personagem de Rose Byrne (A agente da CIA em X-Men: Primeira Classe) é a nova grande amiga da noiva. Ela é uma ex-modelo, rica e extremamente decidida a roubar a cena e organizar todo o casamento do jeito dela.

Acontece que a antiga melhor amiga está em uma crise existencial, divide um apartamento com uma família bizarra de ingleses, sua confeitaria fechou a pouco tempo e ela tem um trabalho horrível, seu principal ‘par’ romantico é um playboy que tem 50 namoradas diferentes. Mesmo ela tendo esses e mais vários problemas, ela é incumbida de organizar o casamento e claro muita coisa da errado.

Já deu pra perceber que eu não decorei o nome de nenhum personagem no filme. Igual, não é importante.

Kristen Wiig e Maya Rudolph trabalharam muitos anos no SNL e se tornaram amigas desde então. Após ‘emprestar’ sua voz para filmes de animação como em Meu Malvado Favorito e Como Treinar Seu Dragão, Kristen escreveu o roteiro e faz um ótimo trabalho. Os diálogos são o ponto forte do filme, nesse ponto todos podemos nos relacionar com algum personagem e isso faz parte de um grande filme. Existem diversos personagens interessantes e igualmente engraçados.

Vale a observação da hora em que elas vão em um restaurante tipicamente brasileiro e… Não vou dar spoilers, mas é interessante ver o que um simples almoço brasileiro pode desencadear.

Realmente esperava mais, visto os outros projetos do genial Judd Apatow – atualmente o melhor diretor de comédia. Ainda assim, foi o melhor lançamento de comédia no ano. Quer dizer que, apesar dos pesares, o filme é ótimo! Certeza que todos vão se divertir bastante e dar bastante risadas… Em especial as mulheres.

Se você ainda não confia no potencial de Kristen Wiig, veja uma ótima cena no seu último filme MacGrubber!

Você já assistiu Missão Madrinha de Casamento? Gostou? Pretende ver? Comente aqui!

Conheça a animação: Depois do Fim do Mundo

Um trabalho de conclusão da faculdade acabou virando uma das melhores animações já feitas no Brasil. Personagens, roteiro, direção até a arte final impecáveis! Além de falar sobre Apocalipse Zumbi, mencionando diversas referências do mundo nerd. Conheça Depois do Fim do Mundo.

O responsável pela animação, Flávio R. Moura estava empolgado com uma ideia que teve. Também se encaminhava para fazer seu TCC na faculdade de design em Belo Horizonte. Então veio a ideia. Reunir a fome com a vontade de comer… e produzir uma ótima animação.

Terminou de juntar um dinheiro para produzir a animação e contratou dubladores de primeira linha. A sua escolha foi muito profissional: Nelson Machado, interpreta o ET (Voz de Kiko do Chaves, Robin Williams, John Cleese em Monty Python…)  e Afonso Amajones interpretando o caçador de recompensa Escocês (Voz de Keanu Reeves, Aragorn em Senhor dos Anéis…).

A animação é toda no estilo Tarantino. Seus cortes, seus diálogos… Incrível mesmo.  Além das diversas referências de outros filmes – o flash de Brad Pitt como em Clube da Luta, o diálogo falando sobre os brucutus do cinema.

A história fala sobre um mundo onde os alienígenas já estão vivendo entre nós quando um apocalipse zumbi aconteceu. A partir disso, a humanidade volta a uma era de escrotidão onde é comum termos mortos-vivos entre nós… Enfim o argumento é ótimo, a animação é muito engraçada pra quem conseguir identificar todos os easter-eggs!

Flávio R. Moura agora tem uma produtora chamada Pyx Motion Design e está tentando financiar os próximos episódios, além de produzir diversos outros materiais bem interessantes, vale a pena conhecer. Agora é torcer para que Depois do Fim do Mundo vá pra a frente.

Veja animação em HD e tire suas próprias conclusões! Recomendo muito!

Depois do Fim do Mundo from Pyx Motion Design on Vimeo.

Crítica: Charlie Sheen ‘Assado’

O vencedor desempregado Charlie Sheen, ou atendendo pelo seu verdadeiro nome latino Carlos Irwin Estevez, foi homenageado no já tradicional Roast do canal Comedy Central. O propósito do programa é bastante simples: humilhar e esculachar os ilustres convidados através de pequenos atos de comédia stand-up. O grande atrativo do show foram as piadas absurdas e sem limites, ditas por outros artistas. Com vocês The Roast of Charlie Sheen, com direito a surpresa no fim do post.

Seth MacFarlane (@SethMacFarlane), criador de Family Guy, foi o apresentador do evento. Fez um ótimo trabalho introduzindo os convidados com piadas muito sarcásticas. Quem é fã do seu trabalho vai pirar. Sensacional.

Ao som de um grande solo de guitarra da lenda do rock Slash, entra ‘Carlos’ Sheen. Agora só resta sentar e esperar a enxurrada de piadas ofensivas e igualmente hilariantes. Vamos comentando na ordem de apresentação dos convidados:

Jon Lovitz, ex-integrante do Saturday Night Live foi o mais fraco dos números. Esfriou o clima criado por Seth MacFarlane. Nota: 6

– Kate Walsh foi a seguinte e realmente surpreendeu. A atriz mais ou menos conhecida por Grey’s Anatomy foi direta, cruel e engraçada, arrancando uma mistura de aplausos e risos de todos os presentes, principalmente dos outros convidados. Nota: 9

Jeff Ross, comediante, produtor do programa e amigo de Charlie há 18 anos, manteve sua linha conhecido pelas ofensas nem tão disfarçadas. Com isso não poupou nem a família do ator. Nota: 6,8… tá bom, vai 7

– Mike Tyson,  o ex-pugilista roubou a cena. Não só pelo seu número, que não foi lá grandes coisa, mas pelas suas intervenções a todo momento. Sendo rindo, rindo muito ou respondendo as piadas, foi fácil perceber a alegria de Tyson de estar participando de um evento que reuniu tanta gente talentosa. Nota: 9

Anthony Jeselnik, a grande surpresa da noite! Esse ótimo comediante foi absurdamente SEM LIMITES. Para ser sincero, em alguns momentos tive que esperar e digerir as piadas, para só depois rir. A todo momento é de ficar de queixo caído, com a coragem e atrevimento que se faz comédia nos EUA. “Assim como Deus não gosta do Micheal J. Fox.” Foi uma das mais pesadas, agora calcule o resto… Nota: 9,7 e um grande follow no twitter

Aliás, para quem acha que Rafinha Bastos e Cia. passam dos limites, não deve passar nem perto desse programa. Sério.

Steve-O esteve presente e o máximo que ele proporcionou foi quebrar o nariz no palco ao dar uma narizada no punho de Mike Tyson. Quem ver, entenderá. Nota: Sei lá, 7?

Amy Schumer foi incrível. Ela e Kate Walsh mudaram completamente minha cabeça em relação ao humor feminino na televisão. Não sei se foi a situação, ou a presença de Charlie Sheen que mudou a cabeça da atriz. O que eu sei é que ela conseguiu provocar todos os participantes de uma maneira incrível. Agressiva e cruel, mas igual, foi digna de muitas risadas. Nota: 9,5

* Inclusive Amy causou a maior controvérsia da noite fazendo uma piada com Steve-O, onde brincou com a recente morte de seu companheiro de Jackass, Ryah Dunn. Pegou muito mal para ela e a mídia americana criticou bastante. Foi realmente muito pesado e no momento após a piada, a câmera foca Steve-O e sua reação é impactante. Contudo “It’s a roast” quem conhece sabe que o objetivo não é pegar leve.

Amy Schumer disse que não irá se desculpar pelas pessoas ‘serem burras’ e não entenderem a piada

William Shatner, o nosso eterno capitão Kirk, deu uma lição de vida com sarcasmo e comédia. Surpreendentemente, Shatner começou seu festival ‘racista’ dizendo: “Finalmente tenho a chance de xingar publicamente um mexicano” Por essa declaração, calcule o resto de suas piadas. Nota: 8,5

Patrice O’Neal encerrou a participação dos convidados basicamente respondendo a todas as piadas ofensivas que recebeu ao longo do programa. Mesmo Charlie Sheen sendo alvo, muitas das piadas contadas tiveram ele como alvo. Apenas respondeu e ofendeu todo mundo com direito a muitos fucks. Evidentemente ele não gostou das diversas piadas racistas, mas levou na esportiva e respondeu de volta a todos “os branquelos que aplaudiram as ofensas de Shatner”.

Por fim, o rei da noite Charlie Sheen foi ao pódio e falou por apenas 7 minutos. Foi o suficiente para se redimir da sua recente loucura e provar por que ainda tem seu carisma entre os loucos. Obviamente a humilhação que recebeu durante uma hora, foi retribuída a altura. Nota: “I’ll not say that I’m #WINNING anymore. Because I already WON.”

Nunca faço isso, mas em clima de ofensas gratuitas após ter assistido uma comédia tão agressiva – Coloco a disposição o download do programa em HD. (Formato: AVI – Tamanho: 700mb – Audio: Inglês/Sem Legenda)

DOWNLOAD

Em respeito ao programa e o Comedy Central, os patrocinadores foram:

Axe

EA Sports Fifa Soccer ‘12

Você pode conferir mais informações no site oficial (em inglês).